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terça-feira, 20 de julho de 2010

Narco... o que?!?!?!

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Olá, meu nome é Alan e eu sou Narcoléptico.
Sou assim desde pequeno, mas meus pais acreditavam que eu era apenas um garoto mais preguiçoso que a maioria das crianças da minha idade, porém ontem após uma consulta com um neurologista, descobri que eu tenho narcolepsia.
Mas afinal, que raios é essa Narcolepsia? (além de uma palavra feia pra caramba!)
Segundo a Wikipédia, Narcolepsia é uma condição neurológica caracterizada por episódios irresistíveis de sono e em geral distúrbio do sono. É um tipo de dissonia.
Exemplificando, é o que o Mr Bean (Rowan Atkinson) tinha naquele filme "Tá Todo Mundo Louco!" (Rat Race), onde do nada o cara simplesmente apagava. Porém eu tenho uma versão menos extrema da doença.


A doença não tem cura, mas tem um tratamento sintomático, feito através de medicamentos psicotrópicos. No meu caso foi receitada Ritanila. Não, não é nada relacionado àquela cantora esquisitona, é apenas o nome comercial do Cloridrato de Metilfenidato.


O medicamento também serve para tratar o déficit de atenção com hiperatividade em crianças. Além de ser amplamente usado por estudantes para reduzir o cansaço e aumentar a concentração.
Isso seria algo bastante útil para alguém que as vezes pode ser meio desligado como eu.



Umas das coisas que me preocupam um pouco é a dependência que o medicamento pode causar. Mas também não quero chegar ao auge da minha velhice viciado apenas em Rollmops.

"Ritalina. Muito mais fácil que educar."

Então se algum dia eu tiver cochilado enquanto você caro leitor, me contava alguma interessantíssima história, ou me viu quase literalmente desmaiar dentro de algum veículo auto-motor em movimento, ou não entendeu porque eu insistia em fazer a saudação japonesa durante a interessantíssima palestra sobre as nuances da moda intercontinental ministrada por Cacau Menezes, por favor não me levem a mal. Não é que eu esteja desinteressado, é apenas uma manifestação involuntária da minha doença.


"Único. Só porque você é único não significa que é útil."


Hum, quem sabe eu siga a linha da Elis e acabe contando algumas das minha peripécias de narcoléptico (que não são popucas por sinal). Quem sabe...

:^D

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Armadilhas da vida


Domingo dia 03/07, acordo de uma noite de risadas na Thapyoka, me lamentando pelo fato de não ter mais idade nem ânimo para baladas. Senti a tristeza por não ter mais uma carinha de bolacha sorrindo pra mim pela manhã, aumentar significativamente. Quando pego meu celular para ver as horas, meu mau humor some como em um passe de mágica; havia uma mensagem no meu celular que dizia: "Adivinha o q eu vou assistir! Peixe Grande =)"
Atordoado e sem saber se era apenas um ato de maldade ou um convite, fui meio que me auto convidando para a seção das 14h. Mas não sem antes criar uma situação desagradável, devido a uma informação recebida por mim, que levou a uma mensagem infeliz, que levou a ligação furiosa, que levou à solução do problema.
Lá fui eu em direção ao apartamento de uma incendiária, conformado em ter apenas a satisfação de finalmente rever um filme maravilhoso e seguir com uma amizade.
Depois de por a fofoca em dia, estava começando a achar que havia algo de errado naquilo tudo. Muita conversa, linguagem corporal insinuativa, uma aparente relutância em assistir ao filme... aquilo estava parecendo uma armadilha.


Exatamente, só que ao invés de um coelho, era um gambá!


Só tive certeza do que estava acontecendo quando ela me mostrou este texto aqui. (clique para ler)


Pois é amiguinhos, fui pego nessa armadilha de jeito, só assim para atualizar meu blog depois de 8 meses.



Antigamente a tristeza me motivava a escrever, talvez era porque minha felicidade não era completa.

:^D